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Projeção do PIB cai de 1% para perto de zero no primeiro trimestre de 2018

2-04-2018

As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre recuaram de uma média de crescimento de 1% para um número próximo de zero, após a divulgação dos dados da indústria e dos serviços referentes a janeiro.

O cenário indica que a economia ainda se recupera de forma mais gradual do que consistente, avaliam especialistas entrevistados. Na semana passada, o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, diminuiu de 1% para 0,4% a sua expectativa para a expansão do PIB do trimestre encerrado em março de 2018, contra o período imediatamente anterior (na margem). Para o ano fechado de 2018, a projeção foi de 3% a 2,7%.

“Os indicadores econômicos têm registrado um comportamento bem errático [volátil]. Os serviços e a indústria caíram forte em janeiro e o comércio está andando de lado”, diz Newton.

“Esse cenário mostra que há uma fragilidade na recuperação econômica. As coisas vão melhorar, mas em um ritmo mais lento do que estávamos estimando”, complementa o economista-chefe.

Em janeiro, o volume de serviços recuou 1,9% em relação a dezembro de 2017, enquanto a produção industrial registrou queda de 2,4% no mesmo período, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgará amanhã a produção industrial de fevereiro.

Surpresa negativa

O economista da Pezco Economics Helcio Takeda comenta que a retração de 1,3% dos serviços em relação a janeiro de 2017 surpreendeu negativamente, principalmente pelo fato de se tratar de uma base de comparação bastante deprimida. Na margem, a Pezco esperava que o PIB crescesse 0,8% no primeiro trimestre, no entanto, a consultoria ainda está revisando a sua projeção que, agora, deve ficar mais próxima de zero. “A variação deve ficar entre queda de 0,5% e alta de 0,5%, o que significa que estamos assumindo uma premissa de cenário base de crescimento zero, no primeiro trimestre”, afirma Takeda. Com essa mudança, a expectativa inicial da Pezco para o aumento do PIB de 2018 saiu de uma alta de 3,9%, para elevação de 3,5%.

O economista conta que aguarda novos dados da indústria setor que, para ele, ainda mostra sinais contraditórios. Takeda explica que, se por um lado, os indicadores de fevereiro do fluxo de veículos pesados nas rodovias, produção de papelão e consumo de energia têm registrado um desempenho fraco ou negativo, por outro, a produção de veículos, caminhões e máquinas agrícolas está com variações positivas.

Já o economista da GO Associados Luiz Castelli diz que ainda mantém a previsão de avanço de 0,7%, na margem, no trimestre encerrado em março, mas admite que os dados dos serviços e da indústria vieram abaixo do esperado.

Ele avalia que a recuperação da economia está mais para gradual do que para consistente, tendo em vista que os indicadores ainda registram bastante volatilidade. Para Castelli, o cenário de incerteza política das eleições está “retraindo um pouco” a demanda e os investimentos. No ano, ele espera alta de 3% no consumo das famílias e aumento de 4,5% na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF).

Do lado da oferta, o economista da GO espera que, no primeiro trimestre de 2018, a indústria (+1,5%) e dos serviços (+0,7%) cresçam na margem, enquanto a agropecuária deve ter estabilidade.

Para Newton Rosa, o elevado nível de desemprego ainda limita a expansão do consumo. A melhora da ocupação, diz ele, tem ocorrido mais pelo lado informal do que formal da economia, o que implica em um rendimento menor. “Além disso, o endividamento das famílias, apesar de ter recuado, ainda é alto, o que acaba sendo uma barreira para acelerar o consumo via expansão de crédito”, destaca o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, pontuando que as empresas também se encontram muito endividadas.

Fonte: Diário Comércio Indústria & Serviços

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