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BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA – OUTUBRO 2015

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA – OUTUBRO 2015
28/10/2015

RESULTADOS GERAIS

Na quarta semana de outubro de 2015, a balança comercial registrou superávit de US$ 102 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,910 bilhões e importações de US$ 3,808 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 12,431 bilhões e as importações, US$ 11,552 bilhões, com saldo positivo de US$ 879 milhões. No ano, as exportações totalizam US$ 156,927 bilhões e as importações, US$ 145,799 bilhões, com saldo positivo de US$ 11,128 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA

A média das exportações da 4ª semana chegou a US$ 782,1 milhões, 1,0% acima da média de US$ 774,6 milhões até a 3ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (+10,4%, de US$ 285,8 milhões para US$ 315,7 milhões, em razão, principalmente, de aviões, automóveis de passageiros, suco de laranja não congelado, laminados planos, veículos de carga, motores para veículos, óleos combustíveis, tratores). Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-8,7%, de US$ 108,1 milhões para US$ 98,7 milhões, em razão de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, couros e peles, ouro em forma semimanufaturada) e de produtos básicos (-4,9%, de US$ 365,3 milhões para US$ 347,5 milhões, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grãos, carnes de bovino e de suíno, fumo em folhas).

Do lado das importações, apontou-se crescimento de 8,2%, sobre igual período comparativo (média da 4ª semana, US$ 761,6 milhões/média até a 3ª semana, US$ 704,0 milhões), explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos/inorgânicos, farmacêuticos, borracha e suas obras, cereais, cobre e suas obras.

ANÁLISE DO MÊS

Nas exportações, comparadas as médias até a 4ª semana de outubro/2015 (US$ 777,0 milhões) com a de outubro/2014 (US$ 796,9 milhões), houve retração de 2,5%, em razão da queda nas vendas de produtos semimanufaturados (-13,7%, de US$ 121,9 milhões para US$ 105,2 milhões, pelas quedas de ferro fundido, couros e peles, semimanufaturados de ferro/aço, alumínio em bruto, açúcar em bruto, ferro-ligas) e de manufaturados (-0,9%, de US$ 297,7 milhões para US$ 295,1 milhões, por conta de açúcar refinado, autopeças, suco de laranja não congelado, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores para veículos, laminados planos, máquinas e aparelhos para terraplanagem). Por outro lado, houve aumento nas vendas de produtos básicos (+1,6%, de US$ 354,0 milhões para US$ 359,8 milhões, por conta, principalmente, de soja em grão, milho em grão, minério de cobre, farelo de soja, fumo em folhas, algodão em bruto). Relativamente a setembro/2015, houve aumento de 1,0%, em virtude do acréscimo nas vendas de produtos básicos (+5,5%, de US$ 341,1 milhões para US$ 359,8 milhões), enquanto reduziram as exportações de manufaturados (-2,1%, de US$ 301,4 milhões para US$ 295,1 milhões) e semimanufaturados (-3,0%, de US$ 108,5 milhões para US$ 105,2 milhões).

Nas importações, a média diária até a 4ª semana de outubro/2015, de US$ 722 milhões, ficou 14,9% abaixo da média de outubro/2014 (US$ 848,2 milhões). Nesse comparativo, decresceram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (-35,1%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-30,9%), veículos automóveis e partes (-29,4%), plásticos e obras (-26,4%), instrumentos de ótica e precisão (-20,8% e equipamentos mecânicos (-18,7%). Comparativamente a setembro/2015, registrou-se aumento de 14,8%, pelos crescimentos em combustíveis e lubrificantes (+83,5%), químicos orgânicos/inorgânicos (+34,3%), equipamentos mecânicos (+12,5%) e farmacêuticos (+3,4%).

Fonte: SECEX/DEAEX