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Trocas de contêineres entre países do Brics sobem 1,5%

27-07-2018

Mesmo com aumento, o volume transportado é menor do que o registrado em 2014

No momento em que chefes de Estado e de governo reúnem-se na 10ª edição da cúpula do Brics (formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para fortalecer parcerias e negócios entre os países, o comércio exterior entre este grupo sofre desaceleração, gerando impactos no setor portuário.

De acordo com levantamento da multinacional de transporte marítimo Maersk Line, no primeiro trimestre de 2018, o comércio de cargas conteinerizadas entre os integrantes deste grupo cresceu 1,5% em comparação com o mesmo período do ano passado. Mas no resultado geral, o desempenho geral do Brasil é considerado menor com relação aos demais países.

Entre janeiro e março, a exportação do País para China, Rússia, Índia e África do Sul subiu, respectivamente, 21%, 5,1%, 19% e 17%. Ao mesmo tempo, as importações desses países para o Brasil também aumentaram: 20%, 23%, 18% e 39%, respectivamente. 

Mesmo com aumentos, que podem ser considerados positivos, o volume transportado em contêineres são menores do que os registrados em 2014, antes da crise.

Segundo semestre em queda

O setor teme que o cenário possa ser pior, pois o levantamento é um registro das atividades do primeiro trimestre, quando o Brasil estava se beneficiando de um impulso nas importações graças à Copa do Mundo e de uma expectativa de melhora mais considerável na economia em 2018, o que não ocorreu.

Além disso, há a incerteza do ano com eleições presidenciais, que faz com que as empresas adiem investimentos.

“O comércio exterior entre os Brics continuará crescendo em importância no médio e longo prazo, mas, no segundo semestre de 2018, será bastante desafiador para o Brasil, na melhor das hipóteses”, avalia o diretor de Trade e Marketing da Maersk Line para a Costa Leste da América do Sul, Matias Concha.

Outro fator que mudou a característica de exportação brasileira de cargas refrigeradas entre este grupo de países foi a restrição russa à carne nacional.

Concha explica que a movimentação deste produto para Rússia teve uma queda brusca no crescimento de 21%, no quarto trimestre do ano passado para 5,1%, nos primeiros três meses de 2018. 

Isso fez com que os produtores de carne brasileiros focassem esforços na comercialização de aves da China, que cresceu 5,8% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2017.

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